TEMPO, TALENTO E ENERGIA

UMA VANTAGEM COMPETITIVA

Todo líder sabe que, para ter sucesso, é preciso administrar os escassos recursos da empresa com a maior eficiência possível. Os recursos verdadeiramente escassos passaram a ser o tempo, o talento e a energia dos colaboradores da empresa e as ideias que estes indivíduos têm e executam.

            Nesse novo mundo, o que determina se uma empresa vai estar entre as melhores, as mais inovadoras e as mais produtivas, e sair vitoriosa na disputa pelo mercado, é a capacidade de seus líderes de desenhar sua organização para administrar bem o capital humano e fazer desse precioso e escasso recurso sua verdadeira fonte de vantagem competitiva.

Como se define e marca do líder?

            Logo, a marca de um grande líder é a capacidade de alocar os escassos recursos da empresa para vencer as rivais. Ideias não se materializam do nada: são o produto de indivíduos e equipes que têm tempo para trabalhar de forma produtiva, têm o conhecimento necessário para fazer diferença e trazem criatividade e entusiasmo para o trabalho. Na atual era o que faz a diferença numa empresa é capacidade de seus líderes de levar as pessoas que produzem ideias a produzir bons resultados. Saber aproveitar o capital humano, seus talentos, utilizar o tempo e a sincronia da equipe em missões que agreguem valor.  Pessoas são fontes de energia, quanto mais elas trazem para o trabalho, mais e melhores resultados aparecem.

             Há necessidade de motivar os funcionários e inspirar pelos menos alguns deles, se não as empresas não produzem através de sua gente boas ideias e grandes resultados.

O PODER PRODUTIVO DE UMA ORGANIZAÇÃO E COMO LIBERÁ-LO.

Dentro das empresas muito se perde por ela ter uma equipe mal qualificada, um time ruim ou uma fraca liderança. Quanto se perde devido a automação deficiente ou à colaboração ineficaz.

O segredo está na organização: o funcionário não tem culpa de não ser tão produtivo quanto poderia ou deveria ser, a culpa é da organização. A produtividade da força de trabalho é, acima de tudo, um problema organizacional, que requer, portanto, soluções organizacionais.  A menos que identifique e elimine os obstáculos organizacionais que impedem que o trabalho seja feito, a empresa jamais terá grandes resultados. Quanto mais energia a pessoa aplica ao trabalho, maior é a qualidade daquilo que se produz.

            Juntos, esses três fatores, tempo, talento e energia, determinam o poder produtivo de uma organização: sua capacidade de produzir algo com um determinado número de pessoas. O que as empresas fora de série entendem é de que é preciso administrar todos esses recursos para produzir grandes resultados.

Executivos aprendem a reestruturar e a reinventar para aumentar a eficiência, mas não a mudar os fatores culturais que costumam ter mais impacto na produção do que nos processos em si.  E obviamente, se dá, muita atenção a gestão de talentos.

Quantificando as possibilidades:

– Fardo organizacional traz perda de tempo e produtividade. Gastam tempo em coisas que leva a nada, improdutivas. Devido ao fardo organizacional, a maioria das empresas tem um déficit de produtividade. Ou seja, produz bem menos do que poderia ou deveria.

– Uma boa gestão de talentos pode compensar parte da produtividade perdida para o fardo organizacional.  O time sempre é mais importante do que contratar apenas grandes talentos, pois o grosso do trabalho é feito em equipe.

– Pessoas engajadas e inspiradas podem compensar mais da perda de produtividade. Funcionário satisfeito é 40% mais produtivo do que um insatisfeito.

FONTE: Michal Mankins/Eric Garton

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